domingo, 13 de março de 2011

O futuro de uma metrópole

Estamos em 2020. Moro em Araçatuba e lembro-me dos anos em que chegavam as férias e todos queríamos ir para São Paulo para passearmos nos shoppings e irmos aos restaurantes diferentes que não existiam em Araçatuba.
Hoje são Paulo está praticamente desabitada. Foi preciso que os habitantes saíssem antes que fossem levados pelas enchentes com suas casas. As únicas pessoas que ainda lá vivem, são aquela que infelizmente não tem condições financeiras para saírem da cidade, ou até mesmos por não conseguirem outro trabalho.
Isto tudo vem ocorrendo pelo crescimento desorganizado das cidades. As chuvas ácidas que hoje em dia vem acontecendo, destruíram todo o verde.
No começo, quando falávamos das enchentes, todos ficavam preocupados, mas as pessoas de alto poder aquisitivo embora ficassem com medo, sabiam que não seriam atingidas, pois suas casas ficavam distantes dos rios; mas com o tempo as catástrofes pioraram, diversas enchentes destruíram todas as plantações, o que acarretou a fome por acabar com a alimentação, e diversas doenças surgiram.
Isso tudo está ocorrendo em função da falta de consciência das pessoas que no passado não cuidaram da natureza e não fizeram sua parte.
O futuro se faz do presente, portanto precisamos nos conscientizar fazendo nossa parte.

Fernanda Fontanelli 8°1
A nossa vida esta em risco?
Já faz uma semana que minha melhor amiga esta descansando em paz. Ela simplesmente morreu por uma boba causa: afogada.
O prefeito fez um discurso sobre a reciclagem na praça central da cidade. Ele disse que se não reciclarmos, pagaremos mais de cinco mil reais. Na hora, subi no palco e peguei o microfone da mão dele e disse:
- Não adianta senhor prefeito as pessoas não respeitarão isso. Semana passada, minha amiga, Amanda Bytencourt, morreu por uma causa simples, afogada. Ela era linda, engraçada, simpática, rica... Mas a mãe natureza não deixa de escolher a pessoa somente pela beleza, simpatia, humor ou dinheiro. Posso dizer que, até eu não respeitei a natureza, tanto quanto deveria; Mas São Paulo é uma cidade linda, o que a torna feia é a nossa falta de educação. Na escola, aprendemos a não jogar lixo na rua, porém o que estamos fazendo com essa aprendizagem?Jogando no lixo uma das coisas que não deviríamos fazer – um silêncio tomou conta da platéia – Dia cinco de janeiro, minha amiga voltava de trabalho, estava chovendo forte, quando ela percebeu que estava sendo levada pela aquela imunda água, Amanda não foi socorrida e faleceu.
Contei sobre o que aconteceu com a minha tia que mora em uma favela do Rio de Janeiro, seu marido faleceu e só ficou seu cachorro: Toto. Nessas férias de janeiro, houve um deslizamento, várias casas foram destruídas inclusive a da Tia Lúcia, quando a casa dela estava em risco, uma corda a salvou, rapidamente pegou seu cachorro e foram puxados. O nível da água estava tão alto que levou Totó.
Após o discurso, minha conclusão foi: quando jogamos uma bola na parede, ela voltará, abusamos da natureza, as conseqüências estão voltando. O nosso mundo é como um super organismo.  

Thaís Kimura Tomo 8°1